sábado, 23 de agosto de 2008

O constante de meu chorar,a repetição do porquê, frases que não sai de minha cabeça...
Um adeus me deixa com frio e os olhos carregados,não sei apenas sinto que é um envelhecimento libertado.E sem querer parar,posso ouvir ecos da lua pedindo para salvar pequenas almas que estão infundadas em seu velho caixão escuro...Sombrio...
Correr para o caminho do paraíso só tras a incerteza que é lá...Será que ele existe? Com tantos medo e dores existentes...
Há o lugar de tamanha adoração,
mas só uma tarde de consolo faz o velho se renovar
Onde todas as forças acabam quando não tem mais seu motivo
nem há o ilusório do plural de palavras apenas simples espinhos
de palavras
porque os Is reinam meu mundo a tal incompreensão de minhas ilusões,porque não são os As pois,neles que soam belas palavras nem que seja do inexistente Amor...

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